Hoje foi divulgado em Paris o calendário provisório da temporada 2009 da F1. A novidade é a prova de encerramento do campeonato, que provavelmente será em Abu Dhabi, nos emirados Árabes e não mais no Brasil em Novembro.
O anuncio, feito durante a reunião da FIA, não trouxe apenas essa surpresa. O GP da França, que estava ameaçado foi confirmado e inverteu a ordem com o GP da Inglaterra. O GP da Turquia também mudou de data e passará a ser o décimo primeiro e não mais o quinto.E como já havia sido acertado, os GPs da Malásia e o dos Emirados Árabes farão companhia a Cingapura e também serão noturnos.
Cidade de Abu Dhabi - Emirados Árabes
Cada vez mais proliferam os GPs na Ásia. Em 2010 provavelmente teremos um na Índia, o que mostra a força econômica e o crescimento que o continente atingiu.
O provável calendário de 2009
29.mar: Austrália 5. abr: Malásia 19.abr: Bahrein 10.mai: Espanha 24.mai: Mônaco 7.jun: Canadá 21.jun: Inglaterra 28.jun: França 12.jul: Alemanha 26.jul: Hungria 9.ago: Turquia 23.ago: Europa (Valência) 6.set: Itália 13.set: Bélgica 27.set: Cingapura 11.out: Japão 18.out: China 1º.nov: Brasil 15.nov: Abu Dhabi
Dan Wheldon levou a primeira das seis corridas seguidas que a Fórmula Indy terá nesses próximos seis fins de semana e encostou na briga pelo título. Beneficiado pela vitória, pelo quarto lugar de seu companheiro Scott Dixon, pelo acidente de Tony Kanaan e pelos problemas de Hélio Castro-Neves, apenas o décimo quarto, Wheldon vira um forte candidato a título.
O grid em Iowa foi decidido pela posição no campeonato, já que os treinos classificatórios não puderam ser realizados graças às chuvas. Então Dixon, Castro-Neves, Wheldon e Kanaan foram os poles. A corrida mostrou uma Ganassi abaixo do esperado e das Penskes e Andrettis-Green. Enquanto Wheldon e Dixon sofriam para se manterem entre os oito primeiros, Hélinho e Tony se revezavam na ponta. Foi assim até a última parte da corrida. Marco Andretti e Ryan Briscoe chegavam às vezes.
Batalha que durou mais da metade da corrida
Porém, a corrida foi decidida em um golpe de sorte e de boa estratégia da Ganassi. Faltando pouco mais de oitenta voltas para o fim, uma bandeira amarela, causada pelo brasileiro Enrique Bernoldi, determinou o rumo que a corrida teria. Wheldon, Hideki Mutoh e Danica Patrick não pararam para reabastecer enquanto Hélio, Tony, Dixon, Marco e Briscoe fizeram a última parada. Relargada. Os pilotos que haviam parado vinham economizando combustível enquanto os que tinham parado vinham em ritmo alucinante, até Tony Kanaan rodar e bater, faltando 39 voltas para o fim. Com uma longa bandeira amarela, os pilotos que estavam na frente economizaram o suficiente para terminar.
Andretti, que havia ultrapassado Mutoh perdeu a segunda posição para o japonês. Ainda houve tempo para Hélinho ser tocado por Ernesto Viso e cair para a décima quarta posição, prejudicando seu campeonato.
A Ganassi vence mais uma e agora Dan Wheldon encosta em Castro-Neves (268 a 267) na classificação do campeonato.
Mutoh, Wheldon e Andretti no Podium
Resultado Final
1°. Dan Wheldon (ING/Ganassi), 1h38min35s8923, 250 voltas 2°. Hideki Mutoh (JAP/Andretti-Green), a 0s1430 3°. Marco Andretti (EUA/Andretti-Green), a 0s9028 4°. Scott Dixon (NZL/Ganassi), a 1s2726 5°. A.J. Foyt IV (EUA/Vision), a 1s3564 6°. Danica Patrick (EUA/Andretti-Green), a 1s9115 7°. Ryan Briscoe (AUS/Penske), a 3s9780 8°. Ryan Hunter-Reay (EUA/Rahal-Letterman), a 4s4488 9°. Will Power (AUS/KV), a 5s6158 10°. Graham Rahal (EUA/Newman-Haas-Lanigan), a 7s7886 11°. John Andretti (EUA/Roth), a 8s4639 12°. Justin Wilson (ING/Newman-Haas-Lanigan), a 8s7225 13°. Ernesto Viso (VEN/HVM), a 12s5775 14°. Hélio Castro Neves (BRA/Penske), a 2 voltas 15°. Vitor Meira (BRA/Panther), a 2 voltas 16°. Oriol Servia (ESP/KV), a 3 voltas 17°. Enrique Bernoldi (BRA/Conquest), a 8 voltas
Não completaram
Tony Kanaan (BRA/Andretti-Green), a 39 voltas Mário Moraes (BRA/Dale Coyne), a 58 voltas Jaime Câmara (BRA/Conquest), a 117 voltas Darren Manning (ING/Foyt), a 156 voltas Buddy Rice (EUA/Dreyer & Reinbold), a 172 voltas Ed Carpenter (EUA/Vision), a 212 voltas Milka Duno (VEN/Dreyer & Reinbold), a 224 voltas
O Brasil volta a ter um líder de campeonato na F1. Com a vitória na França e o quinto lugar do ex-líder Robert Kubica, Felipe Massa assume a ponta do campeonato e da um passo enorme rumo ao título. O feito de Massa põe fim a um jejum que há 22 anos perseguia os brasileiros. O último brasileiro a vencer um GP da França haviasido com o tri-campeão mundial Nélson Piquet em 1985 com uma Brabham. Ayrton Senna por exemplo nunca venceu lá. E como a 22 anos atrás o nome Nélson Piquet foi um dos destaques da corrida, só que agora foi o filho, que marcou seus primeiros dois pontos na F1 e de quebra chegou na frente de seu companheiro de equipe, o bi-campeão Fernando Alonso.
Massa venceu bem e contou com a sorte. Andando mais pesado, viu Kimi Raikkönen disparar na liderança. Massa tentava de todas as formas diminuir a diferença para o companheiro que estava determinado a vencer. Enquanto isso lá atrás, Hamilton, que largara em décimo terceiro, vinha abrindo caminho e estava em nono pressionando outro brasileiro, Nelsinho Piquet, que firmemente mantinha sua posição. Mas o inglês foi punido por ultrapassar Sebastian Vettel cortando uma chicane e viu suas chances de pontuar acabarem.
Largada limpa
O outro concorrente ao título, Robert Kubica, lutava com sua BMW-Suber para chegar nos pontos e andou sempre entre os cinco primeiros e sempre atrás da Toyota de Jarno Trulli. Com isso as Ferraris passeavam e nada mudou depois da primeira parada. Repentinamente, na metade da corrida, o carro de Raikkönen começou a perder rendimento por causa de problemas no escapamento e ele que fazia voltas na casa de 1min e 16 seg passou a fazer voltas na casa de 1min e 19 ou 20 seg. Era tudo o que Felipe Massa precisava. Andando forte, logo chegou no companheiro e sem dificuldades (ordem da equipe) passou Kimi e rumou a vitória.
Enquanto isso, Heikki Kovalainen dava show. Fez uma bela ultrapassagem sobre Alonso e com uma boa estratégia da McLaren saiu de décimo para quarto lugar atrás de Trulli, que com sua Toyota voltou ao pódio depois de três anos. A última vez do italiano havia sido na Espanha em 2005. Mark Webber foi sexto seguido por Nelsinho e Alonso. Barrichello, que enfrentou muitos problemas foi décimo quarto.
Massa comemora muito a vitória
Com o resultado, Massa ganha confiança para o GP da Inglaterra e passa a ser o favorito ao título. Outro que ganha cada vez mais confiança é Piquet. Depois dos dois primeiros pontos na F1 e de chagar a frente de seu companheiro a tendência é só crescer.
Nelsinho Piquet - Um dos destaques da prova
Confira o resultado final
1º. Felipe Massa (BRA/Ferrari), 1h31min50s245, 70 voltas 2º. Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), a 17s9 3º. Jarno Trulli (ITA/Toyota), a 28s2 4º. Heikki Kovalainen (FIN/McLaren), a 28s9 5º. Robert Kubica (POL/BMW), a 30s5 6º. Mark Webber (AUS/Red Bull), a 40s3 7º. Nelsinho Piquet (BRA/Renault), a 41s0 8º. Fernando Alonso (ESP/Renault), a 43s3 9º. David Coulthard (ESC/Red Bull), a 51s0 10º. Lewis Hamilton (ING/McLaren), a 54s5 11º. Timo Glock (ALE/Toyota), a 57s7 12º. Sebastian Vettel (ALE/Toro Rosso), a 58s0 13º. Nick Heidfeld (ALE/BMW), a 1min02 14º. Rubens Barrichello (BRA/Honda), a 1 volta 15º. Kazuki Nakajima (JAP/Williams), a 1 volta 16º. Nico Rosberg (ALE/Williams), a 1 volta 17º. Sébastien Bourdais (FRA/Toro Rosso), a 1 volta 18º. Giancarlo Fisichella (ITA/Force India), a 1 volta 19º. Adrian Sutil (ALE/Force India), a 1 volta
A GP2 esteve nesse fim de semana na França para a sétima e oitava corridas de sua temporada regular. E mudanças na classificação do campeonato aconteceram.
A primeira corrida no sábado já trouxe surpresas. Bruno Senna, pole, líder do campeonato e favorito a vitória não completou a corrida, com problemas de embreagem. Tudo parecia se encaminhar para vitória de Romain Grosjean, piloto da casa, para alegria dos franceses, mas a oito voltas do fim, problemas hidráulicos tiraram a vitória do queridinho da Renault. Melhor para Giorgio Pântano, vencedor da etapa e novo líder do campeonato. A surpresa da corrida foi Lucas di Grassi, que voltou a competir e terminou logo atrás de Pantano. Os outros brasileiros conseguiram terminar a prova. Diego Nunes foi décimo primeiro, o estreante Carlos Iaconelli foi décimo sexto e Alberto Valério décimo oitavo.
Giorgio Pantano vencedor da primeira etapa
No domingo a segunda etapa na França foi bem melhor para Senna. Apesar de chegar em quinto, o brasileiro viu Giorgio Pantano e Romain Grosjean abandonarem e não marcarem pontos. A vitória ficou com o suiço Sébastien Buemi da Arden seguido por seu companheiro, o holandês Yelmer Buurman. Lucas di Grassi fez outra bela corrida e chegou em quarto. Carlos Iaconelli foi décimo terceiro e Alberto Valério décimo sétimo. Diego Nunes não completou.
Sébastien Buemi vencedor da segunda etapa
Classificação das duas corridas
Sábado
1º. Giorgio Pantano (ITA/Racing Engineering), 59min17s927 2º. Lucas Di Grassi (BRA/Barwa Campos Team), a 8s607 3º. Pastor Maldonado (VEM/Piquet Sports), a 12s436 4º. Vitaly Petrov (RUS/Barwa Campos Team), a 17s081 5º. Andreas Zuber (AUT/Piquet Sports), a 17s485 6º. Jerome D'ambrosio (BEL/Dams), a 18s482 7º. Karun Chandhok (IND/iSport International), a 20s330 8º. Mike Conway (GBR/Trident Racing), a 23s024 9º. Álvaro Parente (POR/Super Nova Racing), a 28s848 10º. Luca Filippi (ITA/ART Grand Prix), a 41s255 11º. Diego Nunes (BRA/DPR), a 54s160 12º. Yelmer Buurman (HOL/Trust Team Arden), a 57s581 13º. Andy Soucek (ESP/Super Nova Racing), a 57s817 14º. Javier Villa (ESP/Racing Engineering), a 58s529 15º. Adrian Vallés (ESP/BCN Competicion), a 61s455 16º. Carlos Iaconelli (BRA/BCN Competicion), a 80s438 17º. Marko Asmer (EST/FMS International), a 81s042 18º. Alberto Valério (BRA/Durango), a duas voltas
Não completaram:
Romain Grosjean (FRA/ART Grand Prix), 34 Roldán Rodriguez (ESP/FMS International), 33 Sebastien Buemi (SUI/Trust Team Arden), 28 Ben Hanley (GBR/Durango), 24 Bruno Senna (BRA/iSport International), 22 Michael Herck(MON/DPR), 16 Ho-Ping Tung (CHN/Trident Racing), 14 Kamui Kobayashi (JAP/Dams), 0
Domingo
1º. Sébastien Buemi (SUI/Trust Team Arden), 43min08s504 2º. Yelmer Buurman (HOL/Trust Team Arden), a 6s639 3º. Luca Filippi (ITA/ART Grand Prix), a 23s953 4º. Lucas di Grassi (BRA/Barwa Campos Team), a 24s479 5º. Bruno Senna (BRA/iSport International), a 29s439 6º. Mike Conway (GBR/Trident Racing), a 35s924 7º. Pastor Maldonado (VEN/Piquet Sports), a 38s074 8º. Andreas Zuber (AUT/Piquet Sports), a 43s060 9º. Kamui Kobayashi (JAP/DAMS), a 45s558 10º. Javier Villa (ESP/Racing Engineering), a 46s756 11º. Marko Asmer (EST/FMS International), a 52s901 12º. Adrian Vallés (ESP/BCN Competicion), a 1 volta 13º. Carlos Iaconelli (BRA/BCN Competicion), a 1 volta 14º. Ho-Pin Tung (CHI/Trident Racing), a 2 voltas 15º. Michael Herck (MON/DPR), a 2 voltas 16º. Roldan Rodriguez (ESP/FMS International), a 2 voltas 17º. Alberto Valério (BRA/Durango), a 2 voltas 18º. Vitaly Petrov (RUS/Barwa Campos Team), a 3 voltas
Não completaram:
Álvaro Parente (POR/Super Nova Racing), 24 voltas Benjamin Hanley (GBR/Durango), 24 voltas Diego Nunes (BRA/DPR), 21 voltas Giorgio Pantano (ITA/Racing Engineering), 14 voltas Karun Chandhok (IND/iSport International), 13 voltas Romain Grosjean (FRA/ART Grand Prix), 6 voltas Andy Soucek (ESP/Super Nova Racing), 2 voltas Jerome D'Ambrosio (BEL/DAMS), 2 voltas
Cacá Bueno venceu pela terceira vez em Santa Cruz do Sul em quatro corridas lá. De quebra garantiu sua presença nos playoffs que decidirão o titulo da Stock Car. Cacá guiou muito bem e agüentou a forte pressão de Valdeno Brito, outro que fez uma bela corrida. Nem a estratégia da equipe de André Matheis, em chamar Valdeno apenas no último minuto para o pit-stop obrigatório, foi suficiente para tirar de Cacá a vitória.
Cacá Bueno na ponta
A corrida foi boa também para Ricardo Mauricio, que assumiu a liderança do campeonato com sua sexta posição e com a saída de Thiago Camilo e com Marcos Gomes chegando em vigésimo primeiro.
A corrida também foi recheada de acidentes e vários pilotos saindo constantemente da pista, graças as chuvas que trouxeram sujeira para a pista. Que o diga Atila Abreu, que sofreu o acidente mais espetacular do dia quando bateu na barreira de pneus e capotou.
Carro de Atila Abreu destuído
A próxima etapa da Stock será dia 5 de Julho em Campo Grande.
Pódio em Santa Cruz do Sul
Confira a classificação da corrida.
1º. Cacá Bueno (Eurofarma RC), 50min23s192 - 32 voltas 2º. Valdeno Brito (Medley A. Matheis), a 0s417 3º. Allam Khodair (Boettger), a 0s907 4º. Antonio Jorge Neto (Eurofarma RC), a 1s576 5º. Nonô Figueiredo (Officer Pamplona's), a 2s446 6º. Ricardo Maurício (WA Matheis), a 3s897 7º. Duda Pamplona (Officer Pamplona's), a 5s030 8º. Alceu Feldmann (Boettger), a 12s195 9º. Daniel Serra (Red Bull), a 18s097 10º. Tarso Marques (Action Power Sky), a 18s906 11º. Ingo Hoffmann (AMG), a 20s613 12º. Giuliano Losacco (JF), a 22s881 13º. Thiago Marques (K-Med Action Power), a 23s270 14º. Felipe Maluhy (Avallone), a 30s122 15º. Lico Kaesemodel (AMG), a 36s303 16º. Hoover Orsi (Red Bull), a 37s213 17º. Juliano Moro (Hot Car), a 39s128 18º. Guto Negrão (Texaco Vogel), a 44s599 19º. Rodrigo Sperafico (Avallone), a 44s854 20º. Marcos Gomes (Medley A. Matheis), a 45s715 21º. André Bragantini (Nova RR), a 49s102 22º. William Starostik (WA Matheis), a 58s220 23º. David Muffato (RC3 Bassani), a 1min07s598 24º. Julio Campos (Panasonic L&M), a 2 voltas
Não completaram
Ricardo Sperafico (Panasonic L&M), a 3 voltas Popó Bueno (Hot Car), a 5 voltas Ruben Fontes (Nascar), a 12 voltas Thiago Camilo (Texaco Vogel), a 26 voltas Antonio Pizzonia (K-Med Action Power), a 26 voltas Átila Abreu (JF), a 27 voltas Norberto Gresse (Nova RR), a 28 voltas Pedro Gomes (RC3 Bassani), a 29 voltas Carlos Alves (Nascar), a 32 voltas Luciano Burti (Action Power Sky), desclassificado
Duda Pamplona sai na frente amanhã em Santa Cruz do Sul, quarta etapa da Stock Car Brasil. Surpresa um. Vigésimo segundo em Interlagos e décimo sétimo em Brasília e Curitiba realmente é uma surpresa ver o piloto da Officer largando em primeiro. E foi uma pole merecida, além de ter contado com uma ajudinha do rival Thiago Camilo, que queimou a largada quando os dois disputavam a pole. Camilo foi só primeiro a cometer o erro.
Duda e Camilo na disputa pela pole
Com a desclassificação de Camilo, Cacá Bueno assumiria a segunda posição após vencer o confronto contra Allam Khodair, que queimou a largada. Assumiria. Cacá foi o terceiro a queimar a largada e a ser punido. Larga em quinto logo a frente de Khodair. A segunda posição ficou com Valdeno Brito que segurou bravamente Rodrigo Sperafico na disputa. No entanto, mesmo que Sperafico chegasse na frente ele seria punido pelo mesmo motivo dos demais. Assim larga em quarto, atrás de Camilo.
Já os dois líderes da Stock fizeram treinos distintos. Enquanto Ricardo Mauricio por pouco não larga entre os seis primeiros (sai em sétimo), Marcos Gomes sai apenas na vigésima oitava posição.
A PANCADA QUE VALEU A POLE OU A POLE QUE VALEU A PANCADA?
A PANCADA QUE VALEU A POLE OU A POLE QUE VALEU A PANCADA?
Bruno Senna larga em primeiro amanhã na primeira corrida da GP2 na França, na frente do queridinho da Renault e piloto da casa Romain Grosjean. Grande passo para uma vitória e para sua solidificação na liderança do campeonato e como favorito ao título.
Senna foi também personagem de uma cena inusitada. Assim que completou a volta que lhe deu a pole perdeu o controle de carro e foi de traseira no muro.
Lucas di Grassi também foi bem. Em sua reestréia na categoria larga em sexto e a frente de seu companheiro, o russo Vitaly Petrov.
Por falar em estréia, o outro brasileiro estreante, Carlos Iaconelli larga em vigésimo quinto, penúltimo lugar. Diogo Nunes sai em décimo quinto e Alberto Valério em vigésimo segundo.
Confira o grid:
1º. Bruno Senna (BRA/iSport), 1min22s250 2º. Romain Grosjean (FRA/ART GP), 1min22s287 3º. Giorgio Pantano (ITA/Racing Engineering), 1min22s301 4º. Andreas Zuber (AUT/Piquet Sports), 1min22s380 5º. Sébastien Buemi (SUI/Arden), 1min22s619 6º. Lucas di Grassi (BRA/Campos Team), 1min22s708 7º. Kamui Kobayashi (JAP/DAMS), 1min22s726 8º. Vitaly Petrov (RUS/Campos Team), 1min22s774 9º. Pastor Maldonado (VEN/Piquet Sports), 1min22s780 10º. Karun Chandhok (IND/iSport), 1min22s821 11º. Luca Filippi (ITA/ART GP), 1min22s956 12º. Andy Soucek (ESP/Super Nova), 1min23s035 13º. Jerome D'Ambrosio (BEL/DAMS), 1min23s094 14º. Mike Conway (GBR/Trident), 1min23s154 15º. Diego Nunes (BRA/DPR), 1min23s158 16º. Ben Hanley (GBR/Durango), 1min23s191 17º. Ho-Pin Tung (CHI/Trident), 1min23s331 18º. Adrian Vallés (ESP/BCN), 1min23s372 19º. Yelmer Buurman (HOL/Arden), 1min23s441 20º. Roldan Rodriguez (ESP/FMS), 1min23s467 21º. Álvaro Parente (POR/Super Nova), 1min23s787 22º. Alberto Valério (BRA/Durango), 1min23s853 23º. Marko Asmer (EST/FMS), 1min23s870 24º. Javier Villa (ESP/Racing Engineering), 1min23s998 25º. Carlos Iaconelli (BRA/BCN), 1min24s784 26º. Michael Herck (MON/DPR), 1min25s668
Massa na primeira sessão e Alonso na segunda. Esses foram os mais rápidos nos primeiros treinos livres para o GP da França em Magny-Cours. Massa foi o mais rápido do dia. Nada que me surpreenda, nem o primeiro lugar de Alonso.
Massa vive um momento excepcional e dependendo do resultado no domingo dará um passo gigante rumo ao título apesar do início ruim que teve. Para mim é o favorito para vencer a corrida no domingo e já desponta como favorito também ao título, até mais do que seu companheiro Kimi Raikkönen, que não terminou as duas últimas provas. Lewis Hamilton e Robert Kubica também não me parecem capazes de fazer frente as duas Ferraris.
Massa - Líder da primeira sessão
Já Alonso... Bem, a Renault, correndo em casa, jogou para a torcida. Não acredito que Alonso faça algo tão excepcional amanhã no treino classificatório. Vai brigar ali na ponta e vai se beneficiar da punição de Hamilton, que perderá dez posições no grid graças a sua barbeiragem no Canadá. BMW, McLaren e Ferrari estão na frente, e um quinto ou sexto lugar já é muito bom para a Renault, que pode aparecer pela primeira vez com os dois carros no Q3. Nelsinho Piquet foi décimo primeiro na primeira sessão e nono na segunda.
Quem surpreendeu foi Vettel, oitavo na primeira sessão e quinto na segunda. A Toro Rosso melhorou nessas últimas três corridas e Vettel vem crescendo. Já o francês Sébastien Bourdais, companheiro de Vettel na Toro Rosso, mesmo correndo em casa foi décimo sexto e décimo terceiro respectivamente.
Alonso - Mais rápido na segunda sessão
Do outro lado a Honda voltou a realidade. Na primeira sessão Barrichello foi décimo quinto e Button décimo oitavo. Na segunda Button foi décimo sétimo e Rubinho décimo nono. Ou seja, esqueçam as corridas anteriores. Os problemas com a falta de potência dos motores da equipe parecem estar longe de serem resolvidos e a Honda parece não ter carro para competir em um circuito rápido como Magny-Cours.
Atual Circuito de Nevers - Magny-Cours
Magny-Cours que recebe pela última vez uma corrida de F1 segundo Bernie Ecclestone. Mas se depender dos promotores da corrida ele irá mudar de idéia. Os responsáveis pelo circuito projetam uma reestruturação, a fim de torna-lo mais atraente. Reformas nos pits, paddocks, escritórios, centro médico e arquibancadas serão feitas para que o GP disputado desde 1991 não saia do calendário.
Seis semanas. Um mês e meio. Nesse período a Fórmula Indy terá seis corridas que praticamente decidirão o rumo do campeonato. E essa verdadeira maratona terá início no próximo domingo, em Iowa, nona etapa do campeonato.
Depois dessas seis semanas seguidas de velocidade, com provas em Iowa, Richmond, Watkins Glen, Nashville, Mid-Ohio e Edmonton teremos a noção de quem estará brigando pelo título nas últimas quatro provas do campeonato, que termina em 7 de Setembro em Chicago.
No momento, quatro pilotos brigam diretamente pelo título: Scott Dixon, Hélio Castro-Neves, Dan Wheldon e Tony Kannan são os grandes favoritos. Mas tudo isso pode mudar nas próximas etapas.
Um dos oito acidentes
O equilíbrio é tão grande que em sete etapas, cinco pilotos diferentes venceram e curiosamente, Hélio Castro-Neves e Tony Kannan, segundo e quarto respectivamente ainda não venceram, mas mostram uma regularidade incrível, principalmente Castro-Neves.
Contudo, Iowa, que receberá a Indy pela segunda vez, não traz boas recordações para os quatro favoritos. Na etapa do ano passado Hélio Castro-Neves foi o melhor colocado entre eles com um oitavo lugar. Dixon foi o décimo e Wheldon e Kannan não completaram. Dario Franchitti foi o vencedor na oportunidade seguido por Marco Andretti e Scott Sharp.
O Brasil terá seu quinto representante, pelo menos na etapa da França da GP2. O paulista Carlos Iaconelli, de 19 anos assinou com a BCN para disputarapróxima etapa da GP2 neste fim de semana.
A principio o contrato dele com a BCN é para correr apenas a próxima etapa da categoria já que o espanhol Andy Soucek, que testava pela equipe, assinou com a Super Nova até o fim dessa temporada.
Uma curiosidade sobre Carlos Iaconelli: ele estava na World Series da Renault até ano passado e o seu melhor resultado na última temporada foi um quinto lugar, justamente em Magny-Cours. Além disso, faz parte do programa de novos talentos da escuderia francesa.
Iaconelli se junta agora a outros quatro brasileiros: Bruno Senna, Diego Nunes, Alberto Valério e Lucas di Grassi, que volta a categoria neste fim de semana pela Campos Team.
É sempre bom ouvir o outro lado de uma história, é o mais justo a se fazer. Portanto vamos ver o que Lewis Hamilton disse sobre os seguidos erros que vem cometendo a BBC Sport.
"Existe tanta pressão... Não posso começar a explicar quanta pressão eu tenho sobre meus ombros. Ainda coloco muita pressão sobre mim mesmo. E quando você não obtém sucesso, não se sente tão especial" declarou Hamilton.
Enfim Hamilton admitiu estar sofrendo com a pressão por resultados e minha suspeita se confirmou. Lewis Hamilton é um bom piloto, com um grande futuro pela frente, mas é jovem ainda e só está em sua segunda temporada. Claro que correndo por uma equipe grande a pressão é maior e ele vai ter que se acostumar com isso rapidamente ou irá sucumbir aos poucos. Mas tem que mostrar personalidade e não se envolver em brigas como a que teve com Fernando Alonso.
Hamilton terá que lidar também com a pressão da mídia, principalmente a inglesa, que vê nele, assim como viu em Jenson Button, um potencial campeão que levará outro título à “Terra da Rainha”. Ele vem aparecendo muito mais na mídia por seus erros e por suas trocas de namoradas do que por estar vencendo na F1. Lewis precisa urgentemente focar-se mais em seu trabalho do que em placas de US$ 400 mil se quiser ser campeão mundial.
O piloto inglês precisa urgentemente mudar o foco. O que não muda é o discurso de que está crescendo. Pode até estar crescendo, mas não está mostrando.
Pareceu uma alfinetada?
Lewis Hamilton - Admite estar sofrendo uma grande pressão
Depois de Fernando Alonso alfinetar Lewis Hamilton por seus seguidos erros, foi a vez de Bernie Ecclestone, “The F1 Boss” dar suas alfinetadinhas no inglês.
Ecclestone disse que tanto Fernando Alonso quanto o polonês Robert Kubica, venceriam uma disputa com Hamilton se tivessem carros tão bons quanto a McLaren. Lembrando que Kubica é o líder do campeonato, quatro pontos à frente de Hamilton e de BMW-Sauber.
Entretanto, se puxarmos um pouquinho pela memória, no fim do ano passado Ecclestone só falava de Hamilton, de como ele era um bom piloto e do bem que ele fez a categoria. Até mesmo depois do inglês perder o título mais ganho dos últimos tempos, no início deste ano Ecclestone apontava Hamilton como favorito ao título junto com Raikkönen.
Das duas uma: ou Bernie Ecclestone muda rapidamente de opinião ou quer ver o circo pegar fogo. Fico com a segunda opção.
Foi o que disse Fernando Alonso, desafeto declarado de Lewis Hamilton, alfinetando o rival sobre seus erros bobos na temporada.
"Estranhos foram nove pódios em suas nove primeiras corridas no ano passado. Para isto, foi necessário algum elemento de sorte e não foi tudo graças ao piloto. Este ano está mais normal", completou o bi-campeão mundial.
Hamilton, que começou sua carreira na F1 assombrando a todos com 12 pódios em sua primeira temporada, nove deles seguidos, e ainda um vice-campeonato vem cometendo erros grosseiros nesta temporada como a batida na traseira do próprio Alonso no Bahrein e a última no Canadá, quando bateu na traseira de Kimi Raikkönen, que estava parado, na saída dos boxes.
Além das barbeiragens, Hamilton foi punido com a perda de cinco posições no grid do GP da Malásia por supostamente atrapalhar as voltas de Alonso (sempre ele) e Heidfeld e agora perdeu também dez posições no grid para o GP da França.
Apesar de tudo, Hamilton continua como vice-líder do campeonato, quatro pontos atrás de Robert Kubica. Não se sabe se Hamilton realmente está sofrendo uma pressão maior do que ele imaginava por ser o novo piloto número 1 da McLaren. Ele ainda é muito jovem e está apenas em sua segunda temporada e mesmo sendo um ótimo piloto precisa de mais experiência. Mas de uma coisa temos certeza. Essa guerra Alonso x Hamilton não termina tão cedo.
A Saudi Arabian Airlines está de volta à F1 em 2009 e na equipe que ajudou a erguer e tornar uma das mais tradicionais da categoria, a Williams.
Depois de 24 anos fora da F1 como patrocinadora de alguma equipe a empresa aérea Saudita voltará em 2009 e terá um contrato a primeira vista de patrocínio total a Williams, o que deixaria os atuais patrocinadores com o espaço de propaganda extremamente reduzido ou nenhum tendo que sair e procurar outras equipes.
No entanto, parece que o investimento será alto, para tamanho patrocínio. Quem sabe os novos ares não tragam boas noticias para a escuderia de Frank Williams.